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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Maria creu e obedeceu!


Ela se deixou questionar pelo mistério; seu espírito fica perturbado porque não vê claro o caminho que Deus quer que ela trilhe. Maria pensa sobre o sentido profundo da vida, dos fatos do dia a dia, pois é através deles que Deus se revela e vem ao nosso encontro. O Evangelho de Lucas acentua que Maria, ainda que intrigada, não se deixa atemorizar pela palavra do Anjo, mas se deixa motivar por ela, porque é penetrando essa palavra que pode descobrir o caminho de Deus.
Maria se pôs a caminho para a casa de Isabel, e o fez apressadamente. Tratava-se de ajudar, de colocar-se a serviço, pois ela é a Serva do Senhor e da Humanidade. Duas mulheres grávidas se encontram e estão a serviço da vida. O encontro não se dá no Templo, mas no ambiente doméstico. A casa é o lugar da grande explosão missionária de Maria de Nazaré e de Isabel, mãe do profeta João Batista. Lucas nos leva a pensar que a mulher faz do ambiente doméstico o lugar sagrado onde celebra a vida, o templo onde a vida se manifesta nas suas limitações e carências mais básicas. Com duas mulheres, começa uma nova história.
Continuando o caminho de Maria, vamos encontra-lá no contexto político do recenseamento que conhecemos. Estando em Belém, completaram-se os primogênito. Começa uma nova era com os traços de um novo nascimento, de uma nova vida e de um novo modo de viver. O conjunto dos acontecimentos que narram o nascimento e a infância de Jesus traz uma carga teológica extraordinária. Junto com José, Maria guarda e medita tudo em seu coração.
Como coroamento de toda essa caminhada, Lucas fala de Maria no nascimento da Igreja, ao escrever os Atos dos Apóstolos. No dia de Pentecostes, ela recebe o Espírito Santo junto com os apóstolos reunidos no cenáculo.

domingo, 8 de setembro de 2013

Natividade Nossa Senhora


No dia 8 de setembro, celebramos o aniversário, a festa da Natividade de Nossa Senhora, nossa querida Mãe. O seu nascimento é um dos acontecimentos mais importantes da história, pois, nessa data, veio ao mundo a corredentora da humanidade. Em suas veias corria o sangue que deu vida ao Senhor Jesus, o mesmo que Ele derramou na cruz para nos salvar.
Maria sempre esteve nos desígnios de Deus para ser a Mãe do Seu filho amado aqui na Terra, como homem. Por isso esse é um dia de festa, de júbilo, e deve ser muito comemoram o aniversário de Maria com um bolo e com a oração do Terço.
Provavelmente seus pais, Joaquim e Ana, não sabia da escolha da filha para ser Mãe do Redentor até a revelação do Anjo. Talvez eles nem tenham conhecido o neto, Jesus Cristo. Mas, com certeza, eles percebiam algo diferente e especial na filha, pois sua ligação com Deus Pai era especial: Elas nasceu sem a mancha do pecado original. Maria não pecou e isso fazia dela uma pessoa diferenciada. Por isso ela sempre nos aponta o caminho da Salvação, seu filho Jesus Cristo, nosso Salvador.
Obrigado, Deus Pai, por nos ter dado Maria como Mãe e corredentora.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

FOTOS: Missa Bote Fé


Ontem (31) foi realizado um Missa “Bote Fé” na praça do povo, Celebrada pelo Padre Neves, Padre Casimiro e Padre Luis Miranda de Portugal. Muitos Fiéis compareceram a Celebração. Depois da Missa teve apresentação de Oz Piradinhos.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Assunção de Nossa Senhora

                                 

A Assunção de Maria foi o último dogma mariano, proclamado pelo papa Pio XIII (01/11/1950).
Na Constituição Apostólica "Munificentissimus Deus", a frase "terminado o curso da sua vida terrena", deixa em aberto a questão sobre se a Virgem Maria morreu antes de sua assunção ou se ela foi assunta antes da morte. Ambas as possibilidades são aceitas pela Igreja.
Escritos desde o século IV falam da Assunção de Maria, mas seu ensino tornou-se comum no mundo cristão no século V. Foi estabelecido, no oriente, pelo imperador Maurício I, por volta do ano 600. No século VIII o Papa Leãio IV introduziu a festa no calendário da Igreja. Debates teológicos sobre a Assunção de Maria continuaram e, em 1950, o Papa Pio XII o definiu como dogma: "Pela autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo, dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo e em nossa própria autoridade, proclamamos, declaramos e definimos como dogma divinamente revelado, que a imaculada Mãe de Deus, Maria sempre Virgem, uma vez terminado o curso da sua vida terrena, foi elevada em corpo e alma à glória do céu".
No Concílio Vaticano II (1962-65), o dogma da Assunção foi confirmado, segundo as seguintes palavras: "Preservada livre de toda culpa de pecado original, a Imaculada Virgem foi levada em corpo e alma à glória celestial, ao terminar sua viagem terrenal. Ela foi exaltada pelo Senhor como Rainha de todos, a fim de que pudesse ser mais completamente configurada a seu Filho, o Senhor dos senhores e o conquistador do pecado e da morte" (LG 59 e 68).
Na missa da Assunção de Nossa Senhora lemos uma passagem do livro do Apocalipse: "Apareceu um grande sinal no céu: uma mulher revestida do sol, a lua debaixo dos pés, e na cabeça uma cora de doze estrelas" (12,1). Se hoje Maria está "vestida de sol", não se deve a um mérito seu ou ao resultado de seus esforços, mas à escolha feita pelo próprio Deus.